Pagou, esperou e o produto nunca chegou? Veja como transformar prints e e-mails em prova digital que segura sozinha.
Você finalizou a compra com aquela sensação boa de quem resolveu um problema. Veio o e-mail de confirmação, o dinheiro saiu da sua conta e o prazo de entrega começou a correr. Só que o prazo passou. Depois passou de novo. Você entrou no site para acompanhar o rastreio e não havia movimentação nenhuma. Mandou mensagem para a loja e a resposta foi sumindo, ficando cada vez mais vaga, até parar de chegar.
É uma situação que dá um aperto. Você sabe que pagou, lembra de cada passo, mas quando precisa provar para o banco, para a plataforma de pagamento ou para reclamar formalmente, tudo o que você tem são lembranças e algumas telas espalhadas pelo celular. E lembrança não basta.
Quando o produto não chega, a discussão deixa de ser sobre o produto e passa a ser sobre o que aconteceu. Quem pagou? Quando? O que foi comprado? Qual era o prazo combinado? A loja, do outro lado, pode simplesmente dizer que nunca recebeu o pedido, que você cancelou ou que o item foi entregue.
No momento em que você precisa de ressarcimento, contestação no cartão ou de abrir uma reclamação, a pergunta é sempre a mesma: você consegue mostrar o que aconteceu? É aqui que a maioria das pessoas trava. Sente que está com a razão, mas não tem como demonstrar isso de forma organizada e confiável.
O instinto é tirar print. Print do pedido, print da confirmação, print da conversa. E printar é um bom começo, mas tem um problema: um print sozinho é fácil de questionar. Ele não carrega, por si só, a garantia de quando foi feito, de que não foi editado e de que aquilo realmente estava no ar.
Veja as fragilidades comuns:
A virada acontece quando você para de guardar telas soltas e passa a registrar a compra como uma prova digital. Em vez de uma imagem que pode ser questionada, você cria um registro com data e hora marcadas e com garantia de que aquele conteúdo não foi alterado depois.
Na prática, você captura a página do pedido, a confirmação, o valor, o prazo e a conversa com a loja, e tudo isso é selado com um carimbo de tempo. A partir daí, mesmo que a loja apague o pedido, troque o sistema ou suma do ar, o seu registro continua existindo e continua valendo. Ele independe da boa vontade do outro lado.
É a diferença entre dizer "eu lembro que paguei" e mostrar "aqui está o registro do que existia neste dia, nesta hora, sem alteração".
A DNAsign foi feita exatamente para esse momento. Você registra a página da compra, o pedido, a confirmação e as mensagens, e a plataforma gera uma prova digital com data certa, indicando o instante exato em que o conteúdo foi capturado.
Cada registro recebe um hash SHA-256, que funciona como uma impressão digital única daquele conteúdo. Se uma vírgula for mudada, o hash muda — então qualquer pessoa consegue verificar que o que você apresenta é idêntico ao que foi registrado. Por cima disso vem o selo de verificação, que permite a qualquer um conferir a autenticidade do registro.
O resultado é simples: você sai de telas soltas e fáceis de contestar para uma prova organizada, datada e íntegra, que continua de pé mesmo se a loja desaparecer.
Se você comprou e o produto não chegou, não deixe a prova depender de quem está do outro lado. Registre agora, com a DNAsign, a página da compra, a confirmação e as conversas. Leva poucos minutos e cria um registro com data certa, hash SHA-256 e selo de verificação. Quanto antes você registrar, mais forte e mais confiável fica a sua posição.
Conceitos mencionados
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