O cliente pediu um adicional no meio do projeto, você entregou e na hora de cobrar ele finge que nunca pediu. Veja como provar o que foi solicitado.
O projeto estava andando e, no meio do caminho, veio o pedido: "já que você está aí, dá pra incluir mais isso?", "aproveita e faz aquela parte também". Você atendeu, porque é assim que se constrói uma boa relação com o cliente. Fez o adicional, entregou, ficou tudo bonito.
Aí chega a fatura com o valor do extra e o clima muda. O cliente diz que aquilo "já estava incluído", que "nunca pediu nada a mais", que "achou que era cortesia". De repente, o trabalho que você fez de boa vontade vira motivo de briga, e você fica sem receber por horas que dedicou de verdade.
Esse é um dos pesadelos mais comuns de quem presta serviço: o escopo cresce pela conversa, mas a memória do cliente encolhe na hora de pagar.
O problema do adicional pedido por mensagem é que ele quase nunca tem começo formal. Ninguém para tudo para fazer um aditivo de contrato no meio de um WhatsApp. O pedido vem solto, no fluxo da conversa, e é exatamente essa informalidade que depois se vira contra você.
Quando o cliente nega, a discussão se concentra em duas coisas: ele realmente pediu aquilo? E aquilo era mesmo um adicional, fora do combinado original? Para responder, você precisa mostrar o pedido e mostrar que ele veio depois do escopo inicial.
Se a sua única arma for a memória ou um print solto, você está em desvantagem. Não porque você está errado, mas porque não consegue comprovar com firmeza que está certo.
A prova forte de um serviço extra é a mensagem em que o cliente, com as próprias palavras, pede aquilo. Quanto mais clara a solicitação, melhor: "pode incluir também a parte X" é ouro, porque mostra pedido e escopo na mesma frase.
Duas coisas aumentam muito a força dessa prova:
Prova digital é o caminho para sair da palavra contra palavra. Em vez de guardar prints que esfarelam, você registra de forma técnica tanto o escopo inicial quanto o pedido do adicional.
Assim, você consegue contar a história inteira de um jeito que se comprova: "combinamos isto, depois ele pediu aquilo a mais nesta data, e eu entreguei". Cada etapa fica amarrada a um registro confiável, e o cliente perde o espaço para fingir que nada foi pedido.
O melhor é que isso não cria atrito. Você não precisa cobrar contrato a cada mensagem. Basta registrar os momentos que importam, especialmente quando o escopo cresce.
A DNAsign transforma essas conversas em prova de verdade. Ao registrar tanto o combinado original quanto o pedido do extra, você ganha:
Fazer um adicional de boa vontade é generoso. Ficar sem receber por ele é injusto. A diferença entre uma coisa e outra costuma estar em um único detalhe: você registrou o pedido de um jeito que se comprova, ou só confiou na palavra?
Da próxima vez que um cliente pedir "só mais isso", registre. Conheça a DNAsign e garanta que todo serviço extra solicitado por mensagem possa ser cobrado com prova, e não com discurso.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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