O cliente foi acrescentando coisas no meio do caminho e agora afirma que tudo já estava no combinado. Veja como provar qual era o escopo original.
No começo, o escopo estava claro: era aquilo, por aquele valor, naquele prazo. Mas, conversa vai, conversa vem, o cliente foi acrescentando. "Ah, e isso também", "já que é assim, muda aquilo", "melhor fazer de outro jeito". Cada pedido parecia pequeno, então você foi atendendo.
Na hora de fechar a conta, vem a frase que tira o chão: "mas isso tudo já estava combinado desde o início". O cliente trata todas as mudanças como se fossem o acordo original, e você fica com a sensação de que entregou o dobro pelo preço de um, sem conseguir explicar onde o combinado terminou e o novo pedido começou.
É frustrante, porque você sabe exatamente o que tinha sido acertado. O difícil é provar.
Quando o escopo muda aos poucos, por mensagem, ele perde um marco claro. Não existe um "antes" e um "depois" óbvios, e é justamente isso que o cliente explora para dizer que tudo sempre foi a mesma coisa.
A discussão deixa de ser sobre o trabalho e passa a ser sobre uma pergunta: qual era o escopo original? Se você não consegue mostrar, com firmeza, o que foi combinado lá no início, fica sem âncora para comparar com tudo que foi pedido depois.
E mostrar "o início" exige responder ao de sempre: aquele primeiro combinado está registrado de forma íntegra, com data e autoria, ou é só mais um print que o outro lado vai dizer que está incompleto?
A prova que te salva aqui é o registro do acordo inicial: a mensagem ou o documento em que ficou claro o que seria feito, por quanto, antes de qualquer mudança. Esse é o seu ponto de referência, a régua com que você mede tudo que veio depois.
Para funcionar contra um cliente que nega, esse registro precisa ter:
A virada de chave é registrar o escopo original como prova digital logo no fechamento, antes de o projeto começar a crescer. Em vez de torcer para lembrar de tudo depois, você cria um marco confiável do que foi combinado.
Dali em diante, qualquer mudança fica fácil de demonstrar: você compara o pedido novo com o escopo registrado e mostra, de forma objetiva, o que estava dentro e o que ficou de fora. A conversa para de ser sobre memória e passa a ser sobre fatos registrados.
E, sempre que uma mudança grande acontecer, você também pode registrá-la, criando uma linha do tempo clara da evolução do projeto.
A DNAsign foi feita para ancorar acordos que vivem em mensagens. Ao registrar o escopo original (e as mudanças relevantes) na DNAsign, você ganha:
Projetos mudam, e tudo bem. O problema não é a mudança, é não conseguir mostrar de onde se partiu. Quem registra o escopo original nunca perde essa referência, por mais que o cliente tente reescrever a história.
No próximo fechamento, registre o combinado antes de começar. Conheça a DNAsign e garanta que o seu escopo original fique gravado com data certa, autoria e integridade, pronto para mostrar exatamente o que foi acordado.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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