Você mandou o layout, o cliente aprovou por mensagem e, depois de pronto, exigiu refazer tudo sem pagar. Veja como provar que a aprovação existiu.
Você apresentou o layout, o cliente olhou, gostou e escreveu: "ficou perfeito, pode finalizar". Com esse aval, você seguiu, fechou os detalhes, entregou. Trabalho aprovado é trabalho aprovado, certo?
Aí, depois de tudo pronto, o cliente muda de ideia. Diz que não era bem aquilo, que quer mudar cor, layout, tudo, e que você deve refazer sem cobrar nada, porque "ainda não estava bom". A aprovação que ele mesmo deu some da conversa, e o que sobra é a exigência de retrabalho de graça.
Para quem trabalha com criação, isso é desgastante. Você fez certo, entregou o que foi aprovado, e ainda assim é tratado como se tivesse falhado. E refazer sem receber significa trabalhar de novo, do zero, sem ganhar por isso.
O ponto central é simples: houve aprovação ou não? Se houve, o pedido de mudança é uma nova demanda, que pode ser cobrada. Se você não consegue provar que houve, o cliente empurra tudo para o "ainda não estava aprovado" e te obriga a refazer.
A aprovação por mensagem existe e tem valor. O problema é comprová-la quando o cliente nega. E é aí que aparece a fragilidade de sempre: um print do "pode finalizar" é uma imagem, e imagem se contesta. O cliente vai dizer que estava se referindo a outra coisa, que faltou contexto, que aquilo não era a versão final.
Sem um registro firme, a aprovação dele se transforma na sua palavra, e a sua palavra, sozinha, não fecha a conta.
A prova forte aqui é a mensagem em que o cliente aprova a versão específica que você entregou. Quanto mais clara a ligação entre o "aprovado" e o material aprovado, melhor: um "aprovo esta versão, pode finalizar" amarra concordância e escopo.
Para essa aprovação se sustentar contra a negativa, ela precisa de:
O caminho é registrar a aprovação do layout como prova digital no momento em que ela acontece. Em vez de confiar que o print resolve, você cria um registro técnico do "aprovado", amarrado à data e ao conteúdo.
Assim, se o cliente exigir refação gratuita, você consegue mostrar de forma objetiva que ele aprovou aquela versão. O pedido de mudança não some o seu trabalho anterior: ele aparece como o que é, uma nova solicitação. E isso muda completamente a conversa sobre quem paga pelo retrabalho.
Fazer isso é rápido e não cria clima ruim. Você só registra o momento da aprovação, que é justamente quando a relação está boa.
A DNAsign transforma a aprovação que veio por mensagem em prova de verdade. Ao registrar o "pode finalizar" do cliente, você recebe:
Você não tem obrigação de refazer de graça aquilo que o cliente aprovou. O que você precisa é conseguir provar a aprovação no momento em que ele tenta apagá-la.
Na próxima vez que ouvir "pode finalizar", registre. Conheça a DNAsign e garanta que toda aprovação de layout fique gravada com data certa, autoria e integridade, para que nenhum cliente transforme um trabalho aprovado em retrabalho gratuito.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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