O cliente disse "pode tocar" no WhatsApp, você começou o trabalho e agora ele nega ter aprovado. Entenda como transformar esse chat em prova de verdade.
Você mandou o orçamento, explicou tudo com calma e recebeu aquela resposta que todo mundo conhece: "pode tocar", "fechado", "manda ver". Confiou, organizou sua agenda, comprou material, recusou outro trabalho para dar conta. Aí, na hora de receber, o cliente vira e diz que nunca aprovou aquele valor, que "só estava pensando", que combinou outra coisa.
É uma sensação horrível. Não é só o dinheiro: é a sensação de ter sido enganado depois de ter agido de boa-fé. E o pior é a dúvida que bate na hora: "será que aquele print do WhatsApp resolve alguma coisa?".
A boa notícia é que sim, a conversa pode te proteger. A má notícia é que, do jeito que a maioria das pessoas guarda, ela protege menos do que deveria. Vamos te mostrar a diferença.
No dia a dia, a gente trata mensagem como acordo. E está certo: do ponto de vista do direito, a aprovação por escrito vale. O problema não é se vale, é como você comprova que aquilo aconteceu daquele jeito, naquela data, com aquela pessoa.
Quando o cliente nega, a discussão deixa de ser sobre o serviço e passa a ser sobre a conversa. E aí surgem três perguntas que derrubam muito print:
A mensagem de aprovação tem valor quando deixa claro o escopo (o que foi combinado) e a concordância do cliente. Um "aprovado, pode seguir com o orçamento de R$ X" é muito mais forte do que um "ok" solto, porque amarra o sim a um conteúdo.
Mas, para essa mensagem virar prova robusta, ela precisa de três coisas que o print comum não entrega:
Prova digital é pegar aquele conteúdo eletrônico (a aprovação do orçamento) e registrá-lo de um jeito que ninguém consiga questionar a data, a autoria nem o conteúdo depois.
Na prática, isso significa sair do "eu juro que ele falou isso" para o "aqui está o registro técnico de que ele falou isso, neste dia, e este conteúdo não mudou". É a diferença entre levar uma foto amassada e levar um documento que se sustenta sozinho.
O melhor é que dá para fazer isso no momento da aprovação, sem atrito com o cliente. Você não precisa pedir contrato, assinatura reconhecida em cartório nem nada que assuste. Basta registrar a própria conversa de forma técnica.
A DNAsign foi feita exatamente para esse momento: pegar a aprovação que veio por mensagem e blindá-la. Quando você registra a conversa do orçamento na DNAsign, três coisas acontecem:
Você trabalhou direito, foi transparente no orçamento e merece receber pelo combinado. O erro mais comum é confiar que o print resolve e só descobrir o contrário quando o cliente já negou tudo.
Dá tempo de proteger: registre as aprovações importantes assim que elas chegam. Conheça a DNAsign e transforme cada "pode fazer" do WhatsApp em uma prova que se sustenta sozinha quando você mais precisar.
Conceitos mencionados
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