Tudo gira em torno de quando a mensagem foi enviada, mas a data na tela pode ser questionada. Entenda como provar a data real de uma mensagem.
Às vezes o que decide um caso não é o conteúdo da mensagem, mas o momento em que ela foi enviada. Você avisou em tempo, comunicou antes do prazo, reclamou dentro da validade. A data importa tanto quanto a palavra. E você olha para a tela do celular, vê o horário ali registrado e pensa: está provado.
Mas então surge a dúvida que tira o sono: essa data na tela prova mesmo alguma coisa? E se disserem que você mudou a hora do aparelho? E se alegarem que a mensagem é de outro dia? De repente, aquilo que parecia certo vira terreno movediço, e você percebe que provar quando algo aconteceu pode ser mais difícil do que provar o que aconteceu.
A data que aparece em uma mensagem ou em um print depende do relógio do aparelho e do aplicativo. E esse relógio pode ser ajustado. Por isso, quem olha o print depois não tem como confiar plenamente naquela data: ela é declarada pelo próprio dispositivo de quem apresenta a prova.
É aí que mora a fragilidade. A outra parte pode simplesmente afirmar que a data foi manipulada, e você fica sem como demonstrar o contrário só com a imagem. Uma data que não é confirmada por uma fonte independente é sempre questionável, mesmo quando é verdadeira.
Para que a data de uma mensagem tenha força, ela precisa vir de algo mais robusto do que o relógio do próprio celular. O conceito-chave aqui é o de data certa: uma marca de tempo confiável, que demonstra a partir de quando aquele conteúdo existe naquela forma, sem depender do que você mesmo declara.
Junto da data certa, é preciso garantir a integridade do conteúdo. Não basta provar que algo existia em determinada data se o conteúdo daquele algo puder ser alterado depois. A data confiável e o conteúdo intacto andam juntos: é a combinação dos dois que situa de forma segura a mensagem no tempo.
Uma mensagem que tem apenas a data da tela continua sendo um indício, mas fica exposta à alegação de manipulação. A que tem data certa e integridade verificável muda completamente de patamar.
A forma de provar quando algo aconteceu é registrar o conteúdo de modo que ele receba uma marca de tempo confiável no momento do registro. A partir daí, fica demonstrado que aquele conteúdo, exatamente daquela forma, já existia naquela data. Não é mais a sua palavra sobre o relógio do celular: é um registro independente.
Esse registro responde diretamente à acusação de manipulação. Se a outra parte disser que você mudou a data do aparelho, você apresenta um registro feito de forma independente, com marca de tempo confiável. A discussão sobre o relógio do seu celular perde o sentido.
O ponto crucial é o timing: o registro precisa ser feito o quanto antes, próximo do momento em que a mensagem realmente circula. Quanto mais cedo você sela o conteúdo, mais fiel fica o registro da data real e mais sólida a sua posição.
Com a DNAsign, ao registrar a sua mensagem você recebe uma data certa, que demonstra a partir de quando aquele conteúdo existe naquela forma, de modo independente do relógio do seu aparelho. Esse é o coração da solução para o seu problema: uma data em que se pode confiar.
Além disso, a plataforma gera um hash SHA-256, a impressão digital única do arquivo, garantindo que o conteúdo registrado não foi alterado depois. E aplica um selo que reúne data e integridade em um registro verificável. Assim, você passa a ter como demonstrar, com segurança, não só o que estava escrito, mas exatamente quando aquilo passou a existir.
Se o seu caso depende de provar quando uma mensagem foi enviada, não confie apenas no horário da tela. Registre o conteúdo com data certa pela DNAsign e transforme uma data contestável em um registro confiável. Acesse a DNAsign e garanta a prova do momento exato que sustenta o seu direito.
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