Aquele e-mail prova exatamente o que foi combinado, mas você teme que digam que ele foi adulterado. Entenda como blindar o seu e-mail como prova.
Você guardou aquele e-mail importante, o que registra a combinação, a proposta aceita ou a confirmação do que foi acordado. Sentiu-se protegido por ter tudo por escrito. Mas, na hora de usar, bate o medo: e se a outra parte disser que o e-mail foi adulterado? E se alegarem que você mudou o texto, a data ou o destinatário?
Esse receio é legítimo. O e-mail parece sólido, formal, oficial. Mas você sabe que, na prática, é possível encaminhar, copiar e colar conteúdo, montar uma mensagem que pareça verdadeira. Se você consegue imaginar isso, a outra parte também consegue usar esse argumento contra você. E a sua sensação de segurança se transforma em apreensão.
Um e-mail impresso ou um print da caixa de entrada é, no fundo, apenas um texto e uma imagem. Quem olha depois não tem como garantir, só por aquilo, que o conteúdo é exatamente o original. É possível editar o texto antes de imprimir, é possível recriar uma mensagem que pareça idêntica.
O que dá robustez a um e-mail não está na aparência formal dele, e sim na possibilidade de demonstrar que aquele conteúdo é autêntico, que existe desde uma certa data e que não foi modificado. Quando isso não está garantido, a outra parte tem espaço para lançar a dúvida da adulteração, e essa dúvida pode bastar para enfraquecer o seu argumento.
Para que um e-mail tenha força, ele precisa dar segurança sobre três pontos fundamentais:
A forma de blindar um e-mail é registrá-lo de modo que ele fique selado, com uma marca de tempo confiável e uma verificação de integridade. A partir do momento em que você gera esse registro, o conteúdo do e-mail passa a estar protegido: qualquer alteração posterior se torna detectável.
Isso resolve o ponto exato do seu medo. Se a outra parte alegar que o e-mail foi adulterado, você não fica refém da sua palavra. Você apresenta um registro técnico que demonstra que aquele conteúdo é o mesmo desde a data em que foi selado. A acusação de adulteração perde sustentação diante de um registro verificável.
O ideal é fazer esse registro o quanto antes, de preferência assim que o e-mail chega ou é enviado. Quanto mais cedo o conteúdo é selado, mais sólida fica a sua posição se a discussão surgir lá na frente.
Com a DNAsign, você registra o seu e-mail e a plataforma atribui a ele uma data certa, deixando claro a partir de quando aquele conteúdo existe naquela forma. Em seguida, gera um hash SHA-256, que funciona como uma impressão digital única do arquivo: se uma vírgula que seja for alterada, esse código muda por completo, revelando a adulteração.
Por fim, a DNAsign aplica um selo que reúne essas garantias em um registro verificável. Assim, o seu e-mail deixa de ser apenas um texto que pode ser contestado e passa a ser um registro com data e integridade demonstráveis, capaz de resistir à alegação de que foi adulterado.
Se você tem um e-mail decisivo e teme que questionem a sua autenticidade, não espere o problema chegar. Registre essa mensagem com data certa e verificação de integridade pela DNAsign e transforme um texto contestável em uma prova sólida. Acesse a DNAsign e dê ao seu e-mail a proteção que ele precisa.
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