Você guardou os prints da conversa que provam seu direito, mas a outra parte alega que tudo foi montado. Entenda como dar valor de prova a esses prints.
Você viveu aquela situação clássica: combinou tudo por mensagem, deixou registrado, e por isso se sentiu seguro. Quando o problema apareceu, você abriu o celular, tirou os prints e respirou aliviado, achando que tinha a prova na mão. Só que, ao apresentar esses prints, a outra parte simplesmente diz que eles foram forjados, editados ou inventados. De repente, a sua tranquilidade vira angústia.
É uma sensação de injustiça profunda. Você sabe que aquela conversa aconteceu de verdade, lembra de cada palavra, mas não consegue fazer ninguém acreditar só na sua palavra contra a dela. E o pior: a dúvida lançada sobre os prints pode ser suficiente para enfraquecer todo o seu caso.
Um print de tela é apenas uma imagem. E imagens podem ser editadas com qualquer aplicativo de celular. Quem olha o print depois não tem como saber, só de olhar, se aquele texto estava mesmo lá ou se foi montado. É exatamente nessa fragilidade que a outra parte se apoia ao alegar que foi forjado.
O problema não é a sua honestidade: é que o print não carrega, dentro de si, nenhuma garantia de que não foi alterado. Ele não prova quando foi feito, não prova quem participou da conversa e não prova que o conteúdo permaneceu intacto desde o momento original. Sem essas garantias, a imagem fica vulnerável a qualquer contestação.
Para que um registro de conversa tenha força, ele precisa responder a três perguntas que qualquer pessoa pode fazer:
A boa notícia é que existe um caminho para blindar esses registros. A prova digital bem feita acrescenta ao seu print justamente aquilo que falta: uma marca de tempo confiável, que mostra a partir de quando aquele conteúdo existe daquela forma, e uma verificação de integridade, que permite a qualquer pessoa conferir se o arquivo foi alterado depois.
O segredo está em registrar o conteúdo de forma que ele fique selado. A partir do momento em que você gera esse registro, qualquer alteração futura no arquivo passa a ser detectável. Assim, quando a outra parte alegar que foi forjado, você não responde apenas com a sua palavra: você apresenta um registro técnico que demonstra a data e a integridade do conteúdo.
Isso muda a dinâmica da discussão. Em vez de ser a sua palavra contra a dela, passa a ser a sua palavra somada a um registro verificável contra uma alegação vazia.
A DNAsign foi pensada exatamente para esse momento de aflição. Quando você registra seus prints de conversa pela plataforma, ela atribui ao arquivo uma data certa, deixando claro a partir de quando aquele conteúdo passou a existir naquela forma. Em seguida, gera um hash SHA-256, que funciona como uma impressão digital única do arquivo: se uma única letra for alterada, esse código muda completamente, denunciando a adulteração.
Por fim, a DNAsign aplica um selo que reúne essas garantias num registro verificável. Com isso, você deixa de depender só da sua memória e da sua palavra. Você passa a ter um documento que demonstra, de forma objetiva, que o conteúdo é o original e existe desde aquela data.
Se você tem prints de conversa importantes e teme que sejam questionados, aja antes que o problema apareça. Registre essas conversas com data certa e verificação de integridade pela DNAsign e transforme uma imagem frágil em uma prova que sustenta o seu direito. Acesse a DNAsign e dê às suas conversas a força que elas merecem.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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