Vendido como ilimitado, o serviço tinha limite escondido na letra miúda. Veja como provar a promessa com prova digital.
Você contratou porque era "ilimitado". Internet ilimitada, ligações ilimitadas, uso sem restrição. Era exatamente isso que o anúncio gritava em letras grandes. Depois de um tempo, veio o balde de água fria: a velocidade caiu, o serviço travou ou cobraram a mais. No fundo havia um limite escondido, enterrado em alguma letra miúda que ninguém mostrou na hora.
Dá uma sensação de ter sido enganado de forma calculada. A palavra "ilimitado" estava lá, enorme, atraindo você. O limite estava escondido, pequeno, esperando para te pegar. E quando você reclama, a empresa aponta para o asterisco e diz que estava tudo nos termos.
O Código de Defesa do Consumidor não admite informação enganosa nem cláusula que contraria a promessa principal feita ao consumidor. Anunciar "ilimitado" e esconder um limite é prática abusiva. A informação tem que ser clara, ostensiva, e a empresa responde pelo que prometeu no destaque do anúncio.
O ponto delicado é provar duas coisas: que a palavra "ilimitado" foi usada com destaque, e que o limite estava escondido ou não foi informado claramente. As empresas costumam reformular os anúncios justamente para apagar essa contradição. O termo "ilimitado" some, a letra miúda muda, e fica difícil mostrar como era na hora da contratação.
Se você só guardou um print da palavra "ilimitado", a empresa vai dizer que você não leu os termos completos. Se você não capturou nada, fica sem base. E um print comum ainda tem os problemas de sempre:
A saída é registrar o anúncio completo no momento da contratação ou assim que você perceber o problema. Captura a tela inteira, com a promessa em destaque e a forma como o limite aparecia (ou não aparecia). Esse registro, feito com data certa e integridade, vira a fotografia fiel do que foi prometido.
Depois, mesmo que a empresa reescreva o anúncio, você terá a versão original guardada, provando a contradição entre o "ilimitado" anunciado e o limite escondido.
A DNAsign aplica três camadas que blindam o seu registro:
A promessa de "ilimitado" é poderosa justamente porque vende. Se ela escondia um limite, você tem direito, mas precisa da prova antes que o anúncio mude.
No momento da contratação, ou assim que perceber o limite escondido, use a DNAsign para registrar a promessa com data certa, hash e selo. Assim, quando a empresa apontar para o asterisco, você aponta para a prova.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
Garanta agora a sua prova digital