Recebeu uma ameaça por WhatsApp? Veja como preservar a mensagem de forma segura para que ela tenha valor real de prova.
Receber uma ameaça por WhatsApp é uma experiência angustiante. Aquela mensagem fica na sua cabeça, gera medo, tira o sono. E junto com o susto vem uma preocupação prática: o que fazer com isso? Você sente que precisa guardar aquilo, mostrar para alguém, mas teme que a pessoa apague a mensagem ou negue tudo depois.
É uma situação delicada, e a primeira coisa a saber é que você está certo em querer preservar essa mensagem. Uma ameaça é algo sério, e a forma como você guarda esse conteúdo faz toda a diferença para que ele tenha valor quando você precisar dele.
No WhatsApp, quem envia uma mensagem pode apagá-la depois, inclusive para todos os participantes. Uma ameaça enviada num momento de raiva pode desaparecer minutos depois, justamente porque a pessoa percebe que se expôs.
O problema é claro: se a mensagem some e você só tem a lembrança, ou um print que pode ser questionado, fica difícil demonstrar o que aconteceu. A ameaça existiu, você sentiu o medo real, mas sem um registro confiável você corre o risco de ficar sem como comprovar. E em algo tão sério, isso é especialmente angustiante.
Um print da ameaça é melhor do que nada, mas, sozinho, é frágil. Como qualquer imagem, pode ser editado, e a pessoa que ameaçou pode alegar que aquilo foi montado, que não enviou, que o conteúdo foi alterado.
O que dá força à prova de uma ameaça é a combinação de data certa, autoria e integridade. A data certa mostra quando a mensagem foi recebida. A autoria aponta o número de onde ela partiu. E a integridade garante que o conteúdo, exatamente como você o registrou, não foi modificado depois. Com esses elementos, a ameaça deixa de ser uma imagem contestável e passa a ser um registro sólido daquilo que foi dito contra você.
Vale registrar a conversa de forma ampla, mostrando o contexto: a mensagem ameaçadora, o número visível e o que veio antes e depois. Quanto mais completo o registro, mais difícil fica negar o que aconteceu.
O caminho mais seguro é registrar a ameaça como prova digital o quanto antes, idealmente assim que receber, antes que a pessoa apague.
No registro de prova digital, o conteúdo recebe um carimbo de data e hora e uma garantia técnica de não-alteração, baseada em hash, uma impressão digital única do material. Se qualquer detalhe mudar, o hash muda, evidenciando a adulteração.
O ponto decisivo para o seu caso: esse registro vale mesmo que a pessoa apague a mensagem original. Uma vez preservado, o conteúdo continua provando que aquela ameaça existiu, naquela data, vinda daquele número, e estava íntegra. Você não fica refém de uma exclusão de última hora.
Com a DNAsign, você registra a mensagem de ameaça e recebe uma prova digital com data certa, marcando exatamente o momento em que o conteúdo foi preservado, antes que ele possa sumir.
Cada registro recebe um hash SHA-256, a impressão digital que garante a integridade do conteúdo e impede que alguém alegue que a mensagem foi montada ou alterada. O selo de verificação permite que qualquer pessoa confirme a autenticidade do registro de forma independente.
Assim, em vez de um print que pode ser contestado ou de uma mensagem que talvez já tenha sido apagada, você passa a ter um registro com data, hora e garantia de não-alteração daquilo que foi dito contra você.
Se você recebeu uma ameaça por WhatsApp, o tempo é importante. A pessoa pode apagar a mensagem a qualquer momento, e cada minuto conta para preservar a prova.
Faça o registro com a DNAsign agora e transforme a mensagem em uma prova digital com data certa, hash SHA-256 e selo de verificação. Você protege a si mesmo ao garantir que aquilo que foi dito não vai simplesmente desaparecer.
Registre agora a sua prova e não deixe a ameaça sem registro.
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