Você confia no print da conversa, mas ele é frágil. Entenda por que e como transformar o print numa prova que se sustenta.
Você guardou os prints. Tirou foto da tela, salvou a imagem da conversa, deixou tudo numa pasta no celular achando que estava seguro. Afinal, está tudo ali, com nome, foto e o texto da pessoa. Mas no fundo bate uma dúvida incômoda: será que esse print vale mesmo alguma coisa?
É uma dúvida legítima, e é melhor encarar a verdade agora do que ser surpreendido depois. Print de WhatsApp pode ajudar, mas, sozinho, ele é uma das provas mais frágeis que existem. E você precisa entender por que, para se proteger de verdade.
O problema do print é que ele é apenas uma imagem. E imagem, hoje, qualquer pessoa edita. Existe um sem-número de aplicativos e ferramentas que permitem mudar um texto, trocar um número, inverter o sentido de uma frase numa conversa.
Por isso, quando você apresenta um print, é muito fácil para o outro lado dizer: "isso foi editado", "esse print foi montado", "a conversa não foi assim". E, sem nada que comprove o contrário, a sua prova fica no campo da dúvida. E dúvida, numa disputa, costuma jogar contra quem precisava provar.
O print também não carrega, por si só, a garantia de quando aquilo aconteceu nem a certeza de que nada foi alterado. Ele é uma fotografia solta, sem lacre, sem data confiável.
Uma prova digital robusta não depende só da imagem. Ela precisa reunir três pilares:
A forma de resolver isso é transformar a conversa num registro técnico, e não apenas numa foto da tela. Existe um jeito de capturar o conteúdo e, no mesmo instante, gravar a data e a hora exatas e gerar uma impressão digital única daquele material, chamada hash.
Essa impressão digital funciona como um lacre matemático. Cada conteúdo gera um hash único. Se uma única letra for trocada depois, o hash muda completamente, denunciando a alteração. É isso que tira do outro lado o argumento de que você editou: o próprio registro prova que o conteúdo está intacto.
Com data certa e integridade garantidas, a sua conversa para de depender da sua palavra. Ela passa a falar por si, mesmo que o original seja apagado depois.
A DNAsign foi criada para esse problema exato: transformar conversas frágeis em prova digital sólida. Ao registrar pela DNAsign, você recebe:
Guardar print é melhor do que não guardar nada. Mas confiar só no print é apostar que ninguém vai questionar a sua prova, e numa disputa séria, alguém sempre vai.
Se a conversa é importante o suficiente para você ter tirado print dela, ela é importante o suficiente para ser registrada de verdade. Registre com a DNAsign e troque a fragilidade do print pela segurança de uma prova digital que se sustenta.
Conceitos mencionados
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