A seguradora recusou seu sinistro com uma justificativa que não bate com a realidade. Veja como provar os fatos e reverter a negativa.
Você pagou o seguro em dia, confiando que estaria protegido. Aconteceu o sinistro, você acionou a seguradora e veio a negativa. Até aí, faz parte. O problema é a justificativa: ela não combina com o que de fato aconteceu. Dizem que você dirigia de um jeito que não dirigia, que o dano teria outra origem, que havia uma condição que você não tinha. A versão da seguradora simplesmente não bate com a realidade, e você se sente injustiçado e impotente.
É uma situação angustiante. Você cumpriu a sua parte, pagou pelo serviço e, no momento em que mais precisa, recebe uma recusa baseada numa narrativa que não corresponde aos fatos. E reverter isso parece uma batalha desigual, você contra uma grande empresa.
Para contestar a negativa, não basta dizer que a seguradora está errada. É preciso provar como os fatos realmente aconteceram. E aqui está o nó: a seguradora costuma se apoiar em laudos, fotos e interpretações próprias. Se você não tiver os seus próprios registros, fica difícil opor uma versão tão sustentada quanto a dela.
O desafio é que muitas pessoas, no calor do sinistro, não documentam direito a cena, as condições e o estado das coisas. Depois, quando a negativa chega com uma justificativa distorcida, falta material para mostrar como tudo de fato ocorreu. A sua palavra, sozinha, raramente derruba um laudo técnico.
Para enfrentar uma negativa indevida, ajudam: fotos e vídeos da cena do sinistro feitos na hora, registros das avarias, do local, das condições da via e do clima, além de boletim de ocorrência, testemunhas e toda a comunicação trocada com a seguradora.
Mas três fragilidades costumam enfraquecer esses registros:
A melhor defesa contra uma negativa distorcida é ter, desde o início, um registro fiel dos fatos. No momento do sinistro, ou o quanto antes, documente a cena, as avarias, o local e as condições. Guarde também toda a comunicação com a seguradora. Esse conjunto vira a sua versão dos acontecimentos, sustentada por evidências.
O que dá força a esse material é a garantia de que ele é datado, íntegro e seu. Registros assim não podem ser simplesmente descartados como "feitos depois" ou "alterados", o que permite a você confrontar a narrativa da seguradora com fatos sólidos.
A DNAsign foi feita para dar valor jurídico aos registros que você faz nos momentos críticos. Ao documentar o sinistro e as comunicações pela plataforma, você garante:
Uma negativa injusta se sustenta no vazio de provas do segurado. Quanto mais você registra os fatos com data certa e integridade, menos espaço sobra para versões distorcidas. Não deixe que a narrativa da seguradora seja a única documentada.
Conheça como a DNAsign pode transformar suas fotos, vídeos e comunicações em provas robustas. Quando os fatos estão registrados do seu lado, fica muito mais difícil negar o que é seu por direito.
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