O guincho causou um dano novo no seu carro e ninguém quer pagar. Saiba como provar que o estrago foi no transporte e cobrar.
Você já estava lidando com um problema, uma pane, um acidente, e chamou o guincho. O que deveria ser ajuda virou mais um transtorno: o carro chegou ao destino com um dano novo. Arranhões no parabarro, amassado na lateral, suporte quebrado, algo que claramente surgiu durante o reboque. Mas, quando você cobra, a seguradora e a empresa de guincho jogam a responsabilidade de um lado para o outro, e ninguém assume.
É frustrante demais. Você acionou um serviço de socorro e saiu dele com prejuízo. Pior: como o carro já estava envolvido numa ocorrência, fica fácil para os outros dizerem que o dano já existia ou que veio do evento original, e não do transporte. Você sabe a verdade, mas precisa conseguir prová-la.
Para responsabilizar o guincho, você precisa demonstrar que o dano não existia antes do transporte e surgiu durante ele. Esse é o ponto crítico. Sem o registro do estado do carro no momento em que foi entregue ao guincho, qualquer dano pode ser atribuído ao acidente anterior ou tido como preexistente.
A dificuldade aumenta porque o contexto já é confuso: muitas vezes o carro está em condições ruins por causa da pane ou da batida, o que mistura os danos. Sem separar claramente o que é de antes e o que surgiu no transporte, a sua reclamação esbarra na incerteza, e quem decide tende a não assumir o que não está provado.
O ideal é ter o estado do carro registrado em dois momentos: antes de embarcar no guincho e depois de desembarcar. Fotos e vídeos das áreas afetadas, do veículo no guincho, dados da empresa e do motorista, além de qualquer comunicação sobre o ocorrido, formam um bom conjunto.
Mas três fragilidades costumam comprometer esses registros:
Mesmo no aperto de uma ocorrência, vale o esforço de registrar o carro antes de colocá-lo no guincho, mostrando o estado das áreas que não estavam danificadas. Ao receber o veículo, registre de novo, com foco no dano novo. Anote os dados da empresa de guincho e do motorista. Esse antes e depois é a sua maior proteção.
O que dá valor de prova a esse material é a garantia de que ele é datado, íntegro e seu. Assim, fica claro que determinada parte do carro estava intacta antes do transporte e apareceu danificada depois, separando o dano do guincho do que veio do evento original.
A DNAsign transforma esses registros em provas com peso jurídico. Ao documentar o estado do carro antes e depois do transporte pela plataforma, você garante:
Chamar o guincho deveria resolver, não criar um novo problema. Quando isso acontece, quem registrou o estado do carro antes e depois tem como cobrar com segurança. Não deixe que o contexto confuso da ocorrência faça você arcar com um dano que não causou.
Conheça como a DNAsign pode dar data certa, integridade e autoria aos seus registros. Da próxima vez que precisar de um guincho, documente o estado do carro e proteja-se de pagar pelo erro de quem deveria estar te ajudando.
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