Você pagou por um material e recebeu outro, de qualidade inferior. Veja como provar o que foi combinado e cobrar o que você realmente pagou.
Você escolheu com cuidado. Combinou um material específico para a obra: uma marca, um modelo, um padrão de qualidade. Pagou por aquilo, confiando que era aquilo que iria receber. Mas, quando o serviço ficou pronto, ou quando você olhou de perto, percebeu que algo estava errado. O material era inferior ao combinado. Mais barato, mais fraco, diferente do que você tinha acertado.
A decepção é grande. Você pagou pela qualidade e recebeu o de menor valor. Pior: muitas vezes você só descobre depois que a obra está pronta, com o material já instalado, o que torna a correção ainda mais cara e trabalhosa. Quando questiona, a resposta costuma ser evasiva: "mas era isso mesmo que combinamos", "esse material é equivalente", "você não especificou tão certo assim".
Fica aquela sensação de ter sido passado para trás. Você não pediu o mais barato, pediu o que combinou, e pagou por isso.
Para cobrar a troca, um abatimento ou a devolução da diferença, você precisa demonstrar uma coisa: qual material foi combinado. E é justamente aqui que a coisa aperta.
Se a especificação do material ficou só na conversa, no acerto verbal com o empreiteiro ou na recomendação da loja, você não tem como confrontar o que foi entregue com o que foi prometido. O outro lado pode simplesmente afirmar que o material usado era o combinado, ou que era "equivalente", e você sem ter como provar o contrário.
A verdade dos fatos está do seu lado, mas, sem registro da especificação, ela fica sem sustentação. O combinado que não foi documentado vira terreno fácil para o outro lado reescrever a história.
Para provar a diferença entre o combinado e o entregue, você precisa de registros claros. O que costuma fragilizar quem confiou na palavra:
O caminho para não ser enganado é documentar o que foi combinado sobre o material. A marca, o modelo, o padrão de qualidade, o valor pago por ele: tudo isso pode virar prova digital antes mesmo de a obra começar.
Aquela mensagem onde o empreiteiro confirma qual material vai usar, o orçamento com a descrição detalhada, as fotos comparando o combinado com o que foi entregue. Reunido e protegido com data, autoria e garantia de integridade, esse conjunto deixa claro o que você pagou e o que recebeu, sem espaço para o outro lado reescrever o combinado.
A DNAsign foi feita para dar solidez a registros como esses. Ao guardar pela plataforma as conversas, orçamentos e fotos sobre o material, você ganha:
Escolher um material melhor é um investimento na sua obra e no seu conforto. Não é justo pagar por um padrão e receber outro inferior. E, para cobrar o que é seu, você precisa ter a especificação bem registrada.
Antes da próxima compra ou contratação, registre o que foi combinado sobre o material com a segurança da prova digital. Conheça a DNAsign e tenha em mãos a prova do que você pagou e do que deveria ter recebido.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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