A escola digitou sua nota errada, você reclamou e ela corrigiu o sistema sem deixar rastro. Veja como provar qual era a nota original.
Você abriu o portal do aluno, viu uma nota que não batia com a prova que recebeu corrigida em mãos e foi reclamar. A secretaria pediu desculpas, disse que foi "erro de digitação" e corrigiu ali na hora. Parece resolvido. Só que duas semanas depois aparece outra divergência, agora pra pior, e quando você cita o erro anterior a resposta é seca: "o sistema sempre mostrou esse valor, você está enganado".
O sistema escolar é editável. Quem tem acesso ao painel administrativo apaga, sobrescreve e regrava sem que fique um histórico visível pra você. Aquela tela que você viu ontem simplesmente deixou de existir. E sua palavra contra a da instituição, sozinha, não costuma ser suficiente quando o assunto é aprovação, reprovação ou cálculo de média final.
Nota é um dado que produz efeito jurídico direto: aprova, reprova, libera matrícula no período seguinte, define se você perde uma bolsa. Quando há divergência, o ônus de mostrar qual era o valor real tende a recair sobre quem alega o erro, ou seja, você.
O problema é que o registro está dentro de um sistema controlado pela outra parte. Um print de tela comum não tem data confiável, pode ser recortado, editado em qualquer aplicativo de imagem e não prova que aquilo estava no ar naquele dia. Em uma discussão, é fácil alegar que a imagem foi montada. Sem uma marca temporal e de integridade que ninguém consiga adulterar, sua captura vale pouco.
O que tem força é o registro que mostre, ao mesmo tempo, três coisas: o conteúdo exato (a nota que aparecia), a data em que aquilo existia e a garantia de que o arquivo não foi alterado depois. Reúna o máximo destes elementos:
A chave é congelar o que você viu no instante em que viu, de um jeito que possa ser conferido por qualquer pessoa depois. Em vez de confiar num print solto no celular, você transforma aquela captura ou aquele boletim em PDF num registro com data certa e com uma impressão digital própria do arquivo.
Assim, se um dia precisar mostrar a um advogado, a um juiz ou à própria ouvidoria da escola, você não apresenta apenas uma imagem. Apresenta um documento cuja data e cujo conteúdo podem ser verificados de forma independente, fechando a porta para a alegação de que você editou ou inventou.
A DNAsign foi feita exatamente para esse tipo de situação. Você sobe a captura do portal ou o PDF do boletim e a plataforma:
Se a nota mudou e você ainda tem qualquer registro do valor anterior, aja hoje. Capture o portal, baixe o boletim e preserve esses arquivos com data certa e hash antes que o sistema seja atualizado de novo. Guardar a prova digital agora custa minutos. Tentar reconstruir uma nota apagada depois pode custar um ano letivo.
Registre seu boletim na DNAsign e tenha em mãos a prova que a escola não consegue desfazer.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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