E-mails podem ser editados e forjados, e a outra parte usa isso para duvidar do seu. Veja como comprovar que o seu e-mail é autêntico.
Você apresenta o e-mail que comprova o seu ponto. Está tudo ali: o conteúdo, o remetente, a data. Mas a outra parte, em vez de discutir o que está escrito, ataca a própria mensagem: "isso foi forjado", "esse e-mail foi editado", "essa imagem foi montada". E pronto. A discussão deixa de ser sobre o conteúdo e vira sobre a autenticidade.
Isso acontece porque, no fundo, todo mundo sabe que e-mail pode ser manipulado. Um texto pode ser alterado. Um print pode ser montado. Um cabeçalho pode ser falsificado por quem tem conhecimento técnico. E essa possibilidade abre uma brecha que a outra parte usa para colocar tudo em dúvida.
A pergunta certa, então, é: como você comprova que o seu e-mail é autêntico de verdade?
Vamos encarar isso de frente. E-mail não é um meio à prova de adulteração. Existem formas de editar o conteúdo de uma mensagem salva, de montar uma imagem que parece um e-mail real, de manipular informações exibidas. Quem quer enganar tem caminhos.
O problema é que essa possibilidade respinga em quem está dizendo a verdade. Se e-mails podem ser forjados, então o seu também "poderia" ter sido, e a outra parte explora exatamente essa dúvida. Você sabe que o seu é legítimo, mas precisa de algo que prove isso de forma objetiva, e não apenas da sua afirmação.
O que a maioria das pessoas tem é:
A resposta para "como provo que é autêntico" está na integridade verificável. Quando você registra o e-mail como prova digital, é calculada uma impressão digital única do conteúdo. Qualquer alteração, por menor que seja (uma letra, um espaço, um pixel), muda completamente essa impressão. Isso permite demonstrar, de forma objetiva, que o conteúdo registrado está intacto.
É exatamente isso que neutraliza a acusação de forjação. Você não precisa pedir que acreditem em você. Você apresenta uma prova matemática de que o conteúdo é aquele e não foi tocado desde o registro, com a data comprovada. E mesmo que o original se perca, o registro continua valendo.
Com a DNAsign, você registra o e-mail como prova digital e o sistema gera o hash SHA-256 do arquivo. Esse hash é a impressão digital única que mencionamos: se qualquer caractere do conteúdo mudar, o hash muda por completo. Junto, o registro recebe data certa e um selo de verificação.
Quando a outra parte disser "esse e-mail foi forjado", você apresenta o registro. Basta conferir o hash: se o conteúdo apresentado bate com o registrado, está provado que é autêntico e íntegro. Se alguém tivesse alterado qualquer coisa, o hash denunciaria. A acusação de forjação simplesmente não se sustenta diante disso.
A acusação de "foi forjado" é uma das mais fáceis de fazer e das mais difíceis de rebater, a menos que você esteja preparado. A preparação é registrar o e-mail como prova digital enquanto ele está íntegro.
Registre seus e-mails importantes com a DNAsign e garanta hash SHA-256, data certa e selo de verificação. Assim, quando questionarem a autenticidade, você terá a prova matemática de que o seu e-mail é genuíno.
Conceitos mencionados
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