Você pagou no Pix mas a pessoa jura que nada caiu? Veja por que sua palavra não basta e como registrar a prova para não pagar duas vezes.
Você fez o Pix, viu a confirmação na tela, talvez até mandou o comprovante na conversa. Para você, está pago. Mas do outro lado vem a resposta que dá um nó no estômago: "não caiu nada aqui", "não recebi", "você precisa pagar de novo". E agora? Você tem certeza de que mandou, mas a pessoa insiste que não.
Esse aperto aparece em situações do dia a dia. O aluguel que o locador diz que não entrou, o serviço que o prestador alega não ter sido pago, a compra em que o vendedor cobra de novo. De repente você está na defensiva, com medo de pagar duas vezes ou de ser tratado como caloteiro por uma dívida que você já quitou.
O ponto não é só você saber que pagou. É conseguir mostrar isso de forma que ninguém consiga negar. Quando a outra parte afirma que não recebeu, a conversa vira o seu lado contra o dela. E sem uma prova sólida, quem fica em desvantagem costuma ser quem está sendo cobrado, mesmo tendo razão.
Você precisa demonstrar duas coisas com firmeza: que a transferência saiu da sua conta para a conta certa, naquele valor, naquela data, e que você comunicou isso à pessoa. O comprovante cobre a primeira parte. A conversa em que você mandou o comprovante e a pessoa respondeu cobre a segunda. O problema é que essas duas peças, soltas no celular, são frágeis.
Muita gente confia no comprovante e no print da conversa. Só que prova digital sem cuidado tem três fraquezas:
O caminho é preservar o comprovante do Pix junto com a conversa em que você avisou o pagamento, mas de um jeito que resolva os três pontos frágeis. Prova digital bem feita fixa quando a evidência existiu, vincula quem estava na conversa e garante que nada foi alterado depois.
Assim, quando a pessoa disser que não recebeu, você não responde só com a sua palavra. Você apresenta um registro que mostra o pagamento, a comunicação e o momento exato em que tudo foi preservado. A pressão sai de cima de você e vai para quem está tentando negar o óbvio.
Com a DNAsign, você preserva o comprovante do Pix e a conversa em que avisou o pagamento, e recebe um registro com data certa. Essa data marca o instante real em que a prova foi guardada, independente da data do seu telefone, então ninguém consegue dizer que você forjou o horário.
O conteúdo ganha um hash SHA-256, uma impressão digital única. Se alguém mudar qualquer detalhe do registro, a impressão muda e a fraude fica evidente. É a garantia de integridade que blinda você da acusação de ter montado o comprovante. E o selo organiza tudo num formato verificável, pronto para mostrar ao locador, ao prestador, ao vendedor ou a um advogado.
De um print que qualquer um questiona, você passa para uma prova que diz com clareza quando o pagamento foi feito, para quem e que você comunicou.
Ninguém merece pagar duas vezes por má memória ou má-fé do outro lado. Preserve seu comprovante e a conversa com data certa, hash e selo, e tenha uma prova que silencia o "não recebi". Conheça a DNAsign e registre seus Pix importantes antes que precise discutir um pagamento que já foi feito.
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