Pagou um QR Code que foi trocado por golpe e o dinheiro foi parar em outra conta? Veja por que provar o original é difícil e como registrar a evidência.
Você recebeu uma cobrança que parecia legítima. Um boleto, um QR Code mandado por mensagem, uma tela de pagamento de um vendedor ou prestador em quem você confiava. Apontou a câmera, conferiu o valor, pagou. Só depois veio a notícia: a cobrança verdadeira tinha um QR Code diferente, e o que você pagou foi adulterado por um golpista que trocou os dados no caminho. Seu dinheiro foi parar na conta de um estranho.
A sensação é de impotência. Você não foi descuidado, fez tudo como sempre faz. Mas o golpe do QR Code adulterado é traiçoeiro justamente porque a tela parece normal. E aí surge a pergunta que tira o sono: como você prova que pagou um código falso, e que o original era outro?
Para buscar seu dinheiro ou responsabilizar quem deveria ter te enviado a cobrança correta, você precisa mostrar duas versões: o QR Code ou os dados que você recebeu e pagou, e o QR Code legítimo que deveria ter sido cobrado. A diferença entre os dois é o coração do golpe.
O problema é que essa evidência é volátil. A mensagem com o código falso pode ser apagada, o vendedor pode jurar que mandou o código certo, e você fica sem como demonstrar que houve uma troca. Sem registrar o exato conteúdo que chegou até você e quando ele chegou, a história vira apenas a sua versão dos fatos.
O instinto é tirar print da conversa e do comprovante. Mas prova digital frágil falha em três pontos:
A defesa é preservar, o quanto antes, o conteúdo que você recebeu e pagou, exatamente como estava. Prova digital bem feita guarda o que chegou, quando chegou e de quem veio, e garante que nada disso foi mexido depois.
Quando você registra a mensagem com o QR Code adulterado, o comprovante do Pix e qualquer evidência do código original, tudo travado em um único momento, você passa a ter uma linha do tempo verificável. Isso muda completamente a conversa com o banco, com a delegacia ou com um advogado, porque deixa de ser a sua palavra e vira um registro técnico.
A DNAsign permite preservar a mensagem com o QR Code, o comprovante e as evidências do golpe com data certa, fixando o instante real em que aquela prova foi guardada. Isso é decisivo num golpe, porque a ordem dos acontecimentos conta a história.
Cada conteúdo recebe um hash SHA-256, a impressão digital única do arquivo. Se um único dado for alterado, a impressão muda e a adulteração aparece. É assim que você garante que o QR Code falso registrado é exatamente aquele que chegou até você, sem brecha para alguém dizer que foi montado. E o selo organiza essa prova num formato verificável, pronto para sustentar um boletim de ocorrência ou uma ação.
No lugar de prints frágeis que o golpista contesta, você tem um registro que mostra o conteúdo exato, a origem e o momento, blindado contra alteração.
No golpe do QR Code adulterado, cada hora conta, porque a evidência do código falso é a primeira coisa a desaparecer. Preserve agora a mensagem, o comprovante e tudo o que mostre a troca, com data certa, hash e selo. Conheça a DNAsign e congele a prova antes que o rastro do golpe se apague.
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