O story sumiu antes de você registrar e era importante. Entenda o que ainda dá para fazer e como nunca mais perder uma prova assim.
Tinha um story que te interessava muito. Uma ofensa, uma acusação, uma promessa, algo que provava um fato. Você pensou em guardar, mas a vida corrida falou mais alto, e quando voltou para registrar, o prazo de 24 horas tinha acabado. O story expirou. Aquilo que estava bem na sua frente desapareceu.
Agora bate o arrependimento e a pergunta: ainda dá para provar o que estava ali? É uma situação frustrante, porque você tem certeza do que viu, mas o conteúdo não existe mais de forma acessível.
O story é temporário por natureza. Depois que expira, ele sai do ar para quem o assistiu. Você não tem mais como abrir, mostrar ou apresentar aquele conteúdo. E sem ter registrado a tempo, você fica apenas com a sua memória, que, sozinha, não tem peso de prova.
A verdade dura aqui é que conteúdo temporário, depois de expirado, é muito difícil de recuperar de forma confiável. Por isso o momento de agir é sempre antes, não depois.
Se você, ou alguém próximo, chegou a tirar algum print ou gravar a tela antes do story sumir, esse material pode servir de ponto de partida. Mas é preciso ser honesto: print solto é frágil. Sozinho, ele é uma imagem que pode ser questionada, editada ou colocada em dúvida, e não prova por si só quando aquilo foi capturado.
O que dá força a qualquer prova são três pilares:
O grande aprendizado é que conteúdo temporário precisa ser registrado enquanto existe. Story, mensagem que some, conteúdo que expira: tudo isso pede ação imediata, dentro da janela em que ainda está acessível.
Registrar do jeito certo significa capturar o conteúdo e dar-lhe data, hora e uma garantia de que não foi alterado. Assim, mesmo que o original suma, você fica com uma versão registrada, datada e protegida. A diferença entre ter prova e não ter quase sempre está em ter agido a tempo.
Se você perdeu este story, que ele sirva de alerta para os próximos. A partir de agora, registre antes que expire.
A DNAsign existe justamente para que você nunca mais perca uma prova por causa de um prazo. Quando você vê um conteúdo temporário, registra na hora e gera uma prova digital com data certa, carimbando o momento do registro enquanto o conteúdo ainda existe.
Cada registro recebe um hash SHA-256, uma impressão digital única do conteúdo. Se algo for alterado, o hash muda e a manipulação fica evidente. Enquanto o hash bate, está garantido que o conteúdo é o mesmo do registro.
O selo de verificação permite que qualquer pessoa confirme a autenticidade da prova, sem depender da sua palavra nem da existência do story original.
Se este story já se foi, transforme a frustração em prevenção. Não deixe o próximo conteúdo importante sumir sem registro.
Acesse a DNAsign e, sempre que vir um story ou qualquer conteúdo temporário que importe, registre na hora com data certa, hash SHA-256 e selo de verificação. Assim, você nunca mais vai ficar só com a lembrança de algo que precisava provar.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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