Você comprou um hotel e foi parar em outro pior. Veja como guardar a prova do que foi prometido e cobrar o que pagou.
Você passou meses planejando. Escolheu o hotel olhando cada foto: a piscina, a vista, o café da manhã, a localização perto da praia. Pagou um valor mais alto justamente por aquele lugar. Mas, ao chegar, a recepção informa que houve uma "mudança" e que você foi realocado para outro hotel — mais afastado, mais simples, sem metade do que tinha sido prometido.
No cansaço da chegada, você aceita para não estragar a viagem. Mas a sensação de ter sido enganado fica. E quando você decide reclamar com a agência, vem a resposta que muda tudo: "O senhor concordou com a troca" ou "O hotel era equivalente, não há o que reembolsar".
De repente, a culpa parece ser sua.
O grande problema não é a troca em si. É que, na hora de cobrar, você percebe que não tem como provar o que foi realmente prometido.
Aquele anúncio com o hotel cinco estrelas? Saiu do ar. A conversa no WhatsApp em que o vendedor garantiu "vista para o mar"? Some no meio de centenas de mensagens. O orçamento que descrevia o pacote? Foi por e-mail, mas sem nada que prove que não foi alterado depois.
A agência sabe disso. E por isso muitas vezes aposta que o cliente não guardou nada concreto. Sem prova, a discussão vira um impasse: a sua palavra contra a versão da empresa.
Para cobrar o que foi prometido, você precisa demonstrar três coisas:
É aqui que entra a prova digital. Em vez de depender de um print solto, você registra a evidência de um jeito que ninguém pode contestar depois.
No momento em que você fecha a compra — vendo o anúncio do hotel, a conversa com o vendedor, o orçamento, o comprovante de pagamento — você captura essas telas e as transforma em um documento com validade técnica. A diferença é que esse registro carrega a data exata, a comprovação de quem registrou e a garantia de que nada foi mexido.
Assim, quando a agência tentar dizer "o senhor concordou" ou "o hotel era equivalente", você tem em mãos a prova de exatamente o que foi vendido, fechada no dia da contratação.
A DNAsign foi feita para esse tipo de situação. Você registra o anúncio do hotel, o print da conversa e o orçamento, e a plataforma gera uma evidência com:
Viagem boa começa com tranquilidade. E tranquilidade, hoje, é saber que se algo der errado você tem como provar o que foi combinado.
Na próxima vez que fechar um pacote, registre o anúncio e a conversa antes mesmo de embarcar. Se a agência cumprir tudo, ótimo: você nem vai precisar. Mas se prometerem um hotel e te colocarem em outro pior, a prova vai estar do seu lado.
Guarde a evidência com a DNAsign e transforme a sua palavra em prova com data certa, hash e selo. Assim, quem prometeu vai ter que cumprir.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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