Sua foto apareceu numa propaganda que você nunca autorizou. Veja como registrar essa prova antes que o anúncio saia do ar.
É um susto difícil de descrever. Você está rolando o feed, ou um amigo te manda um print, e lá está o seu rosto estampado num anúncio de uma empresa que você nem conhece. Ninguém te perguntou nada. Ninguém pediu permissão. E mesmo assim a sua imagem virou cartaz de venda de um produto ou serviço.
É normal sentir raiva e impotência ao mesmo tempo. A sua imagem é sua. Ela representa quem você é, e ver isso sendo usado para lucro alheio, sem que você tenha dito sim, é uma invasão. Antes de qualquer coisa, respire: existe um caminho para reagir, e ele começa por guardar a prova do que aconteceu.
A primeira reação de quem se vê nessa situação costuma ser cobrar a empresa ou denunciar. E aí mora o risco: assim que o anúncio é questionado, ele tende a sumir. A empresa apaga o post, troca a foto, encerra a campanha. De repente, aquilo que estava à vista de todos não existe mais em lugar nenhum.
Sem o conteúdo no ar, a sua palavra vira apenas a sua palavra. Você diz que viu, mas não tem como mostrar. E quando o assunto chega a um momento sério, de cobrança formal, o que pesa não é a indignação, e sim aquilo que pode ser comprovado de forma concreta.
Muita gente acha que um print de tela resolve. Ajuda, mas sozinho é frágil. Um print pode ser facilmente questionado: qualquer pessoa consegue montar uma imagem dizendo qualquer coisa. Sem garantias, ele não comprova três pontos essenciais.
O segredo é simples de entender: capture e registre a prova o quanto antes, enquanto o anúncio ainda está no ar. Não espere para reclamar primeiro e guardar depois, porque depois pode ser tarde.
Na prática, isso significa transformar aquela captura num registro com data certa, com identificação clara de origem e com uma garantia técnica de que nada foi alterado. É a diferença entre um print solto na sua galeria e um documento que se sustenta quando for preciso.
Vale registrar não só a imagem do anúncio, mas tudo o que ajuda a contextualizar: o endereço da página, o perfil ou conta que publicou, a legenda, a data visível, qualquer detalhe que conecte aquele uso indevido à empresa responsável.
A DNAsign foi feita exatamente para esse momento em que você precisa congelar uma prova digital antes que ela suma. Quando você registra o conteúdo pela DNAsign, ele recebe:
Se você se viu numa propaganda sem ter autorizado, não deixe o tempo trabalhar contra você. Enquanto o anúncio ainda estiver visível, registre a prova com segurança. Esse cuidado de hoje é o que vai dar firmeza à sua reação amanhã.
Use a DNAsign para transformar aquele print frágil num registro com data certa, hash e selo, e mantenha o controle da sua própria imagem.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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