Vocês combinaram valor e prazo só por mensagem. Agora a pessoa nega os termos. Como provar exatamente o que foi acordado?
Você e a outra pessoa acertaram tudo por mensagem. O valor, a data da devolução, talvez até as parcelas. Estava claro entre vocês: tanto agora, devolução em tal data. Confiança total, nada de papel.
O tempo passou e, na hora de cobrar, veio a surpresa. "Mas não era esse valor." "O prazo era mais longo." "A gente nunca marcou data certa." De repente, cada termo que vocês haviam combinado virou objeto de discussão. A pessoa lembra de uma versão conveniente para ela, e você, da versão real — só que precisa provar qual delas aconteceu de verdade.
É frustrante porque está tudo lá, escrito, nas mensagens. Mas "estar nas mensagens" e "valer como prova" são coisas diferentes, e é exatamente aí que muita gente se machuca.
Quando o combinado é só verbal ou por mensagem, os detalhes — valor exato, data de devolução, número de parcelas — ficam vulneráveis a interpretações. E são justamente esses detalhes que determinam quanto e quando você tem direito a receber.
O problema não é a falta de informação; ela existe nas conversas. O problema é a falta de uma forma confiável de fixar aquilo no tempo, de modo que ninguém possa depois alegar outra coisa. Sem isso, o acordo fica à mercê da memória — e a memória das pessoas costuma pender para o lado que lhes convém.
Para comprovar os termos de um empréstimo informal combinado por mensagem, o que mais pesa é:
No caso específico de valor e prazo, isso é ainda mais sensível: basta a outra parte alegar que aquele print foi editado para mudar um número ou uma data, e a sua prova perde força.
A saída é registrar as mensagens que definem o valor e o prazo de uma forma que prove, sem espaço para dúvida, que aquilo foi escrito naquele momento e não foi alterado depois. Quando os termos do empréstimo ficam congelados com data e integridade comprovadas, a discussão sobre "era esse valor ou aquele" simplesmente acaba.
A prova digital faz isso: transforma o combinado por mensagem em um documento que fixa exatamente o que foi acordado, com a certeza de que ninguém mexeu naquilo.
Com a DNAsign, você seleciona o trecho da conversa em que o valor e o prazo foram definidos e gera um registro com:
Você combinou direitinho. Não deixe que a memória conveniente da outra pessoa apague o valor e o prazo que vocês acertaram.
Registre agora, com a DNAsign, as mensagens que definem os termos do seu empréstimo. Congele o combinado com data certa e integridade comprovada, e tenha em mãos a prova exata de quanto, quando e como você deve receber.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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