Você combinou tudo por telefone, mas não gravou e agora a outra parte nega. Veja como transformar essa conversa em prova que se sustenta.
Você resolveu algo importante por telefone. Combinou um prazo, fechou um valor, recebeu uma promessa. Desligou tranquilo, achando que estava tudo certo. Semanas depois, a outra pessoa simplesmente vira e diz: "nunca falei isso". E aí bate o desespero. A ligação aconteceu, você se lembra de cada palavra, mas não gravou nada. Sua palavra contra a dela.
Essa situação é mais comum do que parece. Negócios, acordos de trabalho, combinações com fornecedores, promessas de empresas de telefonia e bancos: muita coisa é resolvida na voz, sem nenhum registro. E quando o problema aparece, a conversa que parecia tão sólida vira fumaça.
A boa notícia é que existem caminhos. Você não está totalmente sem saída só porque não apertou o botão de gravar.
No fundo, qualquer conflito vira uma questão de quem consegue provar o quê. Você pode ter toda a razão, mas se não tem como demonstrar o que foi combinado, a sua versão fica no campo da "alegação". E alegação, sozinha, costuma valer pouco.
O problema da ligação não gravada é justamente esse: ela não deixa rastro do conteúdo. Existe o registro de que houve uma chamada (isso a operadora guarda), mas o que foi dito ali se perdeu. E é exatamente o conteúdo que importa quando alguém volta atrás.
Mesmo sem a gravação, alguns elementos podem ajudar a reconstruir o que aconteceu:
O segredo não é só guardar a mensagem ou o e-mail de confirmação. É registrar essas evidências de um jeito que ninguém possa dizer depois que você forjou, editou ou mudou a data.
É aí que entra a prova digital. Quando você registra uma evidência (o print da conversa de confirmação, o e-mail que mandou resumindo a ligação, o áudio que você gravou logo depois relatando o que foi combinado), esse registro recebe três coisas essenciais:
Com a DNAsign, você pega aquela evidência da ligação (o e-mail de confirmação, o print da mensagem posterior, o áudio relatando a conversa) e registra como prova digital em poucos minutos.
O sistema gera uma data certa para o registro, calcula o hash SHA-256 do arquivo (uma espécie de impressão digital única que muda completamente se alguém alterar um único caractere) e emite um selo de verificação. A partir dali, você tem um documento que comprova: este conteúdo existia nesta data, exatamente desta forma, e não foi tocado depois.
Se a outra parte disser que você inventou ou editou a confirmação, a verificação por hash desmonta a alegação na hora. É a diferença entre "eu juro que foi assim" e "aqui está a prova de que foi assim".
Se você acabou de sair de uma ligação importante e está com aquele aperto de "e se ele negar depois?", aja agora. Mande um e-mail ou mensagem resumindo o que foi combinado e registre essa confirmação como prova digital enquanto está fresco.
Quanto antes você registrar, mais sólida fica a sua posição. Registre sua prova digital agora com a DNAsign e tenha a tranquilidade de saber que a sua versão tem como ser provada.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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