Fechou um acordo de parcelamento e agora a empresa nega tudo? Veja como provar os termos combinados e não cair em cobrança abusiva.
Você estava endividado, conversou com a empresa ou com a empresa de cobrança e, depois de muita negociação, fechou um acordo. Ficou combinado um valor menor, um número de parcelas, datas de vencimento. Você respirou aliviado, achando que tinha resolvido o problema. Aí, semanas ou meses depois, a empresa simplesmente nega que aquele acordo existiu. Diz que o valor é outro, que as condições são diferentes, ou que nunca houve negociação nenhuma.
É revoltante. Você confiou na palavra do atendente, organizou suas finanças com base naquele combinado, e agora estão querendo te cobrar valores que não foram os acertados. A sensação é de ter sido enganado — e de estar completamente sem chão, porque a negociação aconteceu por telefone ou numa conversa rápida, sem nada formalizado.
O acordo de parcelamento é, na essência, um novo combinado sobre a dívida. Para fazer valer as condições que foram negociadas, você precisa demonstrar quais foram essas condições. Se a empresa nega e você não tem como mostrar o que ficou acertado, a discussão volta para a estaca zero — e geralmente em desvantagem para você.
O grande vilão aqui é o acordo verbal. Negociações de cobrança acontecem muito por telefone, em ligações que você nem sabe se foram gravadas, com promessas faladas que não viram documento. Quando o cobrador muda a versão, a sua palavra fica contra a dele. E sem nada concreto, é difícil sustentar que o combinado era diferente.
Para que um acordo de parcelamento se sustente, o registro dele precisa responder a três perguntas:
A saída é não deixar o seu acordo na boca do atendente. Sempre que possível, puxe a negociação para um canal que gere registro escrito — uma troca de mensagens, um e-mail confirmando os termos — e, principalmente, preserve esse registro com prova digital. Registrar a conversa ou o documento do acordo de um jeito que fixe a data e blinde o conteúdo muda tudo.
Com a prova digital, você sai da posição de "foi isso que combinaram comigo" e chega com "aqui está o registro do que ficou acertado, com data e íntegro". Se a empresa tentar negar ou mudar as condições, você tem como mostrar exatamente o que foi negociado e quando.
A DNAsign dá segurança jurídica aos seus documentos digitais. Ao registrar o registro do seu acordo de parcelamento — sejam mensagens, e-mails ou o termo da negociação — você ganha três garantias:
Você negociou de boa-fé e merece que o acordo seja respeitado. Para isso, o combinado precisa estar registrado de um jeito que ninguém consiga apagar nem distorcer. Se você fechou um parcelamento, ou está prestes a fechar, blinde os termos agora.
Registre o registro do seu acordo na DNAsign e transforme cada negociação em uma prova com data certa e integridade garantida. Quando o cobrador tentar mudar a história, a sua prova vai mostrar o que realmente foi combinado.
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