Você combinou tudo conversando com o pedreiro, ele entregou algo diferente e agora é a sua palavra contra a dele. Veja como provar o que foi acordado.
Você chamou o pedreiro indicado por um amigo, conversaram na sala de casa, ele olhou o cômodo, balançou a cabeça e disse: "deixa comigo, vai ficar igual você quer". Vocês combinaram o tipo de piso, a cor da parede, o jeito de fazer o acabamento. Tudo na conversa, sem nenhum papel. Afinal, era de confiança.
Aí a obra começa e, no meio do caminho, as coisas fogem do combinado. O piso é outro, o acabamento ficou grosseiro, a parede que era para ser de um jeito virou de outro. Você reclama e ouve: "mas foi isso que a gente combinou". E agora? Você sabe que não foi, mas como mostrar isso para alguém que não estava na sua sala naquele dia?
É uma angústia silenciosa. Você se sente passado para trás, mas não tem como apontar o dedo para nada concreto. Só tem a sua memória contra a memória dele.
O combinado verbal existe, sim, e tem valor. O problema não é a existência do acordo, é conseguir demonstrar o que exatamente foi acordado. Quando tudo acontece na conversa, sem registro, cada parte lembra de um jeito que favorece a si mesma. Isso é humano.
Se a discussão escala e você precisa cobrar um conserto ou um abatimento no valor, alguém vai perguntar: o que ficou combinado? E a sua resposta "a gente falou que seria assim" não basta sozinha. Sem algo que prove o conteúdo do acordo, a data em que ele foi feito e quem participou, a sua versão fica frágil.
Muita gente acha que mensagem de WhatsApp resolve. Ajuda, mas tem limites. Um combinado verbal puro não deixa rastro. Uma foto do cômodo antes mostra o estado, mas não mostra o que foi prometido. Um comprovante de pagamento ou de sinal prova que houve negócio, mas não prova o conteúdo dele.
E há três fragilidades que aparecem sempre quando o caso é analisado:
O caminho é simples: registrar o combinado de forma que ele não dependa só da sua palavra. Antes da obra começar, você escreve o que foi acordado — tipo de material, acabamento, prazo, valor — e registra isso digitalmente, com data e garantia de que aquele conteúdo não foi mexido depois.
Não precisa de linguagem de advogado. Basta descrever o combinado de forma honesta e clara, e dar a ele uma "impressão digital" que prove quando foi feito e que continua intacto. Assim, se o pedreiro entregar outra coisa, você tem como mostrar o que estava acordado desde o início, sem depender de memória.
A DNAsign foi feita exatamente para essa situação. Você registra o combinado da reforma e a plataforma garante três coisas que faltam no boca a boca:
O momento de registrar é antes da obra começar, quando todo mundo ainda está de acordo. Combine, escreva, registre. Leva poucos minutos e pode evitar meses de dor de cabeça.
Registre o combinado da sua reforma na DNAsign e tenha a tranquilidade de saber exatamente o que foi acordado — com prova de verdade.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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