Você levou o carro por um motivo e ele voltou com um defeito novo. Saiba por que provar isso é difícil e como se resguardar.
A cena é frustrante. Você levou o carro na oficina por causa de um barulho na suspensão. Pagou, buscou o veículo e, no caminho de volta, percebeu que o ar-condicionado parou de funcionar, ou que apareceu uma luz no painel que nunca tinha aparecido. Você tem certeza de que, quando entregou, aquilo estava normal. Mas a oficina dá de ombros e diz que o problema já existia, que não tem nada a ver com o serviço.
Depende quem usa o carro para trabalhar, para levar os filhos à escola ou para o dia a dia, isso é mais do que um aborrecimento. É tempo perdido, dinheiro a mais e uma sensação de injustiça difícil de engolir. Você sabe o que aconteceu, mas não consegue fazer a oficina assumir.
O nó da questão é o antes e o depois. Para responsabilizar a oficina, você precisa demonstrar que o defeito não existia quando você entregou o carro e passou a existir depois do serviço. Sem essa comparação registrada, a oficina sempre poderá dizer que o problema já estava lá, e você não terá como contestar.
Na prática, quase ninguém documenta o estado do veículo na entrega. As pessoas confiam, entregam a chave e seguem a vida. Quando o defeito aparece, já é tarde: o carro saiu, o serviço foi feito e qualquer reclamação esbarra na falta de um ponto de partida claro. É a sua memória contra a versão técnica de quem mexeu no carro.
Para sustentar a sua versão, ajudam: o registro do estado do carro no momento da entrega (painel ligado, funcionamento dos itens, ausência de luzes de alerta), a ordem de serviço descrevendo o que foi contratado, e o registro do novo defeito logo que ele aparece, ainda na oficina ou pouco depois.
O problema é que esses registros, quando existem, costumam ter três fragilidades:
O segredo é transformar a entrega do carro num momento documentado. Antes de deixar o veículo, faça um vídeo curto mostrando o painel ligado, os itens funcionando (ar, vidros, som, luzes) e o estado geral. Guarde a ordem de serviço com o que foi contratado. Se um defeito novo surgir, registre na hora.
Mas, para que isso tenha força, os registros precisam ser inquestionáveis no tempo e na integridade. Não basta ter o vídeo: é preciso provar quando ele foi feito e que ele não foi alterado. Essa é a diferença entre uma lembrança e uma prova.
A DNAsign existe justamente para dar segurança jurídica a esses registros do cotidiano. Ao documentar a entrega e a retirada do carro pela plataforma, você ganha:
Ninguém entrega o carro imaginando que vai voltar pior. Mas quando isso acontece, quem documentou o estado de entrega tem todas as cartas na mão. Da próxima vez, separe dois minutos para registrar o veículo com prova digital antes de passar as chaves.
É um hábito simples que protege o seu bolso e a sua paz. Conheça como a DNAsign pode transformar esse registro em uma prova com data certa, integridade e autoria, para que a oficina assuma o que é dela e você não pague por um problema que não causou.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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