Você participou da assembleia, lembra exatamente do que foi combinado, mas a ata diz outra coisa. Entenda como provar o que realmente foi decidido.
Você reservou a noite, foi até a assembleia, levantou a mão, discutiu, ouviu os vizinhos e saiu de lá com uma certeza: ficou decidido tal coisa. Dias depois, chega a ata por e-mail ou pendurada no mural, e o que está escrito não bate com o que aconteceu. A reforma que havia sido adiada aparece como aprovada. O valor que seria de um jeito virou outro. A ressalva que metade dos moradores fez simplesmente sumiu do papel.
É uma sensação angustiante. Você sabe o que viveu, lembra das falas, talvez até dos nomes de quem votou contra. Mas, no fim, o documento oficial é a ata. E é ela que vai valer para cobranças, obras e decisões futuras. A sua memória, por mais nítida que seja, não entra como prova sozinha.
O condomínio funciona muito parecido com um pequeno tribunal. A assembleia delibera, e a ata registra. A partir daí, o que está na ata é tratado como verdade até que alguém prove o contrário. O problema é que provar o contrário, depois que a reunião acabou, é difícil.
Quem redigiu a ata pode ter errado de boa-fé, pode ter resumido demais, ou pode ter registrado conforme o interesse de quem conduz o condomínio. Seja qual for o motivo, você fica na posição mais frágil: tem que demonstrar que o documento está errado, sem nada concreto nas mãos além da sua palavra e, talvez, da lembrança de alguns vizinhos.
Na hora de contestar uma ata, o que pesa não é a sua indignação, é o que você consegue comprovar. E aqui surgem três fragilidades comuns:
A virada de chave é simples de entender: em vez de tentar provar depois, você registra na hora. Se você grava o áudio ou o vídeo da assembleia e, logo em seguida, dá a esse arquivo um registro com data certa e uma garantia de que ele não foi alterado, a história muda. Quando a ata aparecer divergente, você não estará apenas afirmando que ela está errada, você terá um material datado, íntegro e atribuível a você mostrando o que de fato foi dito e votado.
Isso vale tanto para gravações quanto para qualquer documento que circule no condomínio: a convocação, a lista de presença, o resultado da votação fotografado. Quanto mais cedo e mais protegido for o registro, mais difícil fica desmenti-lo.
A DNAsign existe justamente para transformar esse tipo de registro em prova digital confiável. Você pega a gravação da assembleia, a foto da votação ou o documento que circulou e gera um registro com data certa, marcando o exato momento em que aquele arquivo passou a existir.
Em seguida, é calculado um hash SHA-256, uma espécie de impressão digital única do arquivo. Se uma vírgula do conteúdo mudar, o hash muda, e isso prova que houve alteração. Enquanto o hash bate, a integridade está garantida: ninguém editou o áudio, ninguém cortou o trecho inconveniente.
Por fim, o material recebe um selo que reúne data, integridade e autoria em um conjunto verificável por qualquer pessoa. Assim, se a ata divergir do que foi decidido, você chega à conversa, à administradora ou onde precisar, com um documento que fala por si.
Se a ata do seu condomínio não refletiu o que foi decidido, ou se você quer estar preparado para a próxima assembleia, comece registrando a realidade no momento em que ela acontece. Conheça a DNAsign e descubra como dar data certa, integridade e autoria às suas provas, para que a sua palavra deixe de ser apenas memória e passe a ser prova.
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