Você parcelou o valor por mensagem, o cliente pagou algumas e sumiu. Veja como provar o acordo de parcelamento para cobrar o que ainda falta.
O cliente não conseguia pagar tudo de uma vez, então vocês combinaram parcelar. Por mensagem mesmo, na confiança: tantas parcelas, de tanto, nessas datas. Ele pagou as primeiras certinho, e você ficou tranquilo, achando que o resto viria do mesmo jeito.
Aí ele sumiu. Parou de pagar no meio do caminho e não responde mais. Quando você tenta cobrar o que falta, descobre que ele pode simplesmente negar o acordo: "nunca combinei parcela nenhuma", "já paguei o que devia", "esse valor não existe". O combinado que estava claro na conversa some, e você fica com parcelas em aberto e nenhum contrato na mão.
É duplamente frustrante: você foi flexível, aceitou parcelar para ajudar, e justamente essa boa vontade é que ficou desprotegida.
Um parcelamento tem detalhes que precisam ficar provados: o valor total, o número de parcelas, o valor de cada uma e as datas. Tudo isso, num acordo informal, mora em mensagens espalhadas. Existe, mas está solto.
Quando o cliente some e depois nega, você precisa provar dois pontos: que o acordo de parcelamento existiu nesses termos e quanto já foi pago. Se a sua prova for só print, o cliente ataca o de sempre: que a imagem foi montada, que falta contexto, que o combinado era outro.
E há um detalhe importante: os pagamentos que ele já fez são uma prova poderosa a seu favor, porque mostram que o acordo existia e estava sendo cumprido. Mas, para usar isso com força, você precisa ligar esses pagamentos ao combinado registrado, e não a uma conversa contestável.
A prova forte é o registro do acordo com os termos claros (total, parcelas, valores e datas) somado à comprovação das parcelas já pagas. Juntos, eles contam uma história difícil de negar: havia um plano de pagamento, ele começou a ser cumprido, e parou no meio.
Para que esse conjunto se sustente, ele precisa de:
A saída é registrar o acordo de parcelamento como prova digital no momento em que ele é fechado. Em vez de deixar os termos espalhados em mensagens, você cria um registro claro e confiável do plano: quanto, em quantas vezes, em que datas.
Assim, mesmo que o cliente suma e tente negar, você apresenta o acordo registrado e o liga aos pagamentos que ele já fez. Fica evidente que havia um parcelamento em andamento e que ele interrompeu. A cobrança das parcelas em aberto passa a ter base sólida, e não depende mais de print frágil.
É rápido de fazer e protege justamente a sua flexibilidade, que foi quem topou parcelar para facilitar.
A DNAsign foi feita para blindar acordos como esse, que nascem na confiança e na conversa. Ao registrar o parcelamento na DNAsign, você ganha:
Facilitar o pagamento do cliente é um gesto generoso. Ficar sem receber metade por causa disso é injusto. A diferença costuma estar em ter, ou não, o acordo de parcelamento registrado de um jeito que ninguém apaga.
Da próxima vez que combinar parcelas por mensagem, registre. Conheça a DNAsign e transforme o seu acordo de pagamento parcelado em uma prova digital com data certa, autoria e integridade, para cobrar cada parcela combinada com firmeza.
Este conteúdo é apresentado por dnasign.
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