Tem filhos menores e quer a cidadania italiana? Entenda como as criancas entram no processo e o que considerar para incluir os pequenos.
Você está buscando a sua cidadania italiana e pensa, com razão, nos seus filhos. Eles ainda são menores de idade e você quer saber: dá para incluir as crianças no mesmo processo? Vale a pena fazer tudo junto? É uma preocupação típica de quem enxerga a cidadania como um patrimônio para a família inteira, não só para si.
Os seus filhos são descendentes diretos de você. No momento em que a sua cidadania italiana é reconhecida, abre-se o caminho para que esse vínculo seja transmitido a eles, exatamente porque eles são o seu primeiro grau de descendência.
No caso de filhos menores, há uma particularidade importante: como ainda não têm idade para conduzir o próprio processo, são os pais ou responsáveis que tratam do reconhecimento em nome deles. Isso costuma simplificar, porque a documentação dos filhos é, em geral, mais recente e mais fácil de reunir do que a dos antepassados distantes.
Na prática, incluir os filhos significa agregar as certidões de nascimento deles à documentação da família e tratar o reconhecimento de forma articulada.
O Decreto 36, de 2025, trouxe restrições ligadas à distância da origem, atingindo principalmente os graus mais afastados do italiano que emigrou. Para os seus filhos menores, o ponto central é entender em que grau eles ficam em relação ao italiano de origem.
Se você é, por exemplo, neto de italiano, os seus filhos são bisnetos. Se você é bisneto, eles são trinetos. Ou seja, os seus filhos estão sempre uma geração mais distante do que você. Isso importa, porque o grau deles pode cair numa faixa mais sensível às restrições atuais.
Por isso, planejar a inclusão dos filhos exige olhar para o grau de cada um diante das regras vigentes, e não apenas supor que eles entram automaticamente porque você entrou.
A melhor forma de incluir os filhos menores é tratar o reconhecimento da família de maneira coordenada. Em muitos casos, o reconhecimento dos pais é o que viabiliza o dos filhos, e a ordem e o momento dos pedidos fazem diferença.
Quando há obstáculos, a via judicial pode ser avaliada também para a situação dos filhos, sempre sem qualquer promessa de resultado. O importante é planejar antes: entender o grau das crianças, organizar as certidões e definir a estratégia que melhor protege o direito de todos.
Fazer tudo na correria, sem mapear os graus, é o que costuma gerar exigências e atrasos.
Na DNA Cidadania, olhamos para a família inteira de uma vez. Identificamos o seu grau e o dos seus filhos em relação ao italiano de origem, e avaliamos como as restrições atuais afetam cada um.
A partir daí, montamos um plano que considera pais e filhos de forma integrada: a ordem dos pedidos, os documentos de cada um e a rota mais segura, seja administrativa ou, se for o caso, judicial. Falamos com honestidade sobre o que é viável para as crianças, sem prometer um desfecho garantido.
Incluir os filhos menores é, muitas vezes, mais simples do que parece, mas exige planejamento e atenção ao grau de cada um. Quanto antes você organizar isso, mais protegido fica o futuro deles.
Fale com a nossa equipe pelo WhatsApp e planeje a cidadania dos seus filhos: https://wa.me/351912138500.
Este conteúdo é apresentado por dna-cidadania.
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