Você tem direito de saber o que acontece com o seu processo. O dever de informar é do Estado, e a opacidade não é aceitável.
"Está em análise." Quantas vezes você ouviu isso sem nenhuma informação real sobre o que está acontecendo? Em que etapa está o processo? O que falta? Quem é responsável? Qual a previsão? A opacidade vira regra, e o cidadão fica no escuro, à mercê de um sistema que decide sobre a sua vida sem lhe prestar contas.
Mas a informação sobre o próprio processo não é um luxo nem uma gentileza: é direito. O poder público tem o dever de informar, e a transparência sobre o andamento de um pedido legítimo faz parte da relação correta entre Estado e cidadão. Você tem o direito de saber.
A administração age em nome do interesse público e com recursos públicos. Por isso ela deve contas. A transparência não é favor que o servidor concede de bom humor: é obrigação que decorre da própria natureza do poder público.
Quando o cidadão não consegue informação sobre o próprio caso, quando recebe respostas evasivas ou é simplesmente ignorado, a falha está na administração que descumpre seu dever de informar. Sentir-se intrometido por perguntar sobre o próprio processo é resultado de uma cultura de opacidade que precisa ser revertida. Perguntar não é abusar; é exercer um direito.
A opacidade viola o dever de informar e o princípio da transparência, que sustentam a confiança entre cidadão e Estado. Está ligado ao direito de petição e de resposta: de nada adianta poder perguntar se a administração pode responder com vaguidão ou não responder.
Viola-se também a motivação dos atos: o poder público deve explicar suas decisões e o estado de seus processos, não se esconder atrás de fórmulas genéricas. Quando o Estado se cala ou responde sem informar de fato, ele trata o cidadão como súdito, e não como titular de direitos. E isso a ordem jurídica não autoriza.
Você pode romper a opacidade com pedidos certos:
A DNA Cidadania não se contenta com "está em análise". Nós formulamos pedidos de informação que obrigam a administração a abrir o jogo, identificamos o que a opacidade está escondendo e usamos essa transparência como base para agir. Muitas vezes, o que aparece quando a informação finalmente vem é uma omissão ou um abuso que estava confortavelmente oculto.
Transformamos a névoa em diagnóstico e o diagnóstico em estratégia. Você deixa de estar no escuro e passa a saber exatamente onde seu processo está e o que pode ser exigido. Informação, no nosso trabalho, é poder de ação.
Nenhum cidadão deveria depender da boa vontade de um atendente para saber o que acontece com o próprio direito. Se o Estado decide sobre o seu caso, ele tem o dever de te informar sobre ele.
Fale com a DNA Cidadania e exija transparência sobre o seu processo: https://wa.me/351912138500. Saber é direito seu.
Este conteúdo é apresentado por dna-cidadania.
Quero analisar meu caso